
Centro Espírita Fraternal Teresa D'Ávila

O Centro Espírita Fraternal Teresa D’Ávila surgiu através da proposta do Heber , atual presidente, em se fazer um Natal diferente no próximo ano (2002) .Estávamos em Olaria, na casa de nossos pais e tias.
Dona Dalcina, então, ouvindo a proposta,falou:
- Por que não começamos logo este ano? E, ligeira preparou potes com as delícias da ceia, que foram distribuídas pelo Heber e Gustavo na Praça Seca, onde residíamos.
Em 2002 ,foram feitos 100 kits, distribuídos na Fiat de um cunhado pelos três.
No ano seguinte,João César, passou a integrar o grupo, contribuindo com 100 guaranás e rabanadas confeccionadas pela família.
A partir daí...São 20 anos de trabalho.
Passamos a ser o Grupo Espírita Fraternal Teresa D’Ávila , Em 5 de agosto de 2012, fizemos nosso primeiro culto, que passou a ser mensal.
Em 29 de julho de 2012, foi realizada a 1ª Jornada Francisco de Assis, evento ligado às necessidades do inverno.
Em 12 de novembro de 2017, fizemos o 1º Café com Fé, evento realizado nos segundos domingos de cada mês e atualmente todos os domingos.
Em 19 de outubro de 2014, tivemos a reunião de legalização do Grupo, que passou a ser denominado Centro Espírita Fraternal Tereza D’Ávila, casa coligada ao Centro Espírita Léon Denis,embora a Reunião Solene de Inauguração tenha sido em 17 de abril de 2016, às 16:ooh , após a conclusão das obras do terraço que o abriga até os dias atuais, como sede provisória.
Francisco de Assis encontra a sua FÉ

Francisco ensinava o amor para com todos os seres, ensinava a viver com alegria e considerava a beleza como a mais alta expressão da criação divina.
Nunca esquecerá que a aventura evangélica começa sempre por uma ruptura. O “homem velho”, todo dobrado sobre si, ouve o estalar de seus ossos quando aprende a colocar-se de pé e abrir seus braços livres à luz de Deus.
O contrário do medo é precisamente a fé. Ter a coragem de tudo arriscar. Renunciar ao desejo de manejar sua vida, seus dons, seus bens, de cada dia seguir solitariamente o seu caminho, para abandonar-se à vontade de Deus, para entrar num projeto amoroso sobre cada um de nós.